Operação Monte Carlo

Delta tem contratos milionários em Goiás

 

Cássio Bruno / O Globo

Citada em grampos do contraventor Carlos Cachoeira com autorização judicial na Operação Monte Carlo, desencadeada pela Polícia Federal, a Delta Construções recebeu do governo de Goiás, entre janeiro de 2011 a março deste ano, R$ 151,5 milhões em contratos firmados e aditivados em licitações. As informações constam nos sites "ComprasNet", da Secretaria estadual de Gestão e Planejamento, e Transparência Goiás. Além disso, em 2010, na gestão do então governador Alcides Rodrigues, a administração estadual pagou à Delta cerca de R$ 46,7 milhões em serviços de custeio - referentes à manutenção de atividades de órgãos do governo. O valor foi oito vezes maior do que em 2009, quando a empresa recebeu apenas R$ 5,5 milhões.

Dos contratos realizados nos últimos 13 meses entre a Delta e o governo de Goiás, 11 deles foram com a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), principalmente para a execução de obras feitas em rodovias. Os outros dois convênios estão relacionados à Secretaria estadual de Segurança Pública (SSP) e são referentes à locação de automóveis e também a obras.

Na rodovia GO-341, por exemplo, num trecho de 114,6 quilômetros entre Mineiros até divisa com Mato Grosso do Sul, a Delta venceu uma concorrência de R$ 14,6 milhões como parte do Programa de Reconstrução de Rodovias Estaduais. A empresa também conseguiu R$ 19, 3 milhões, no mesmo programa, para atuar na GO-154 (Pilar de Goiás/Santa Terezinha), na GO-241 (Santa Tereza de Goiás/Formoso), na GO-428 (Campinorte/Nova Iguaçu de Goiás) e na GO-556 (entrada da GO-428/Alto Horizonte), totalizando 101,1 quilômetros.

Segundo a SSP, a Delta recebe R$ 3 milhões mensais ao fornecer locação de veículos para a frota das polícias Militar e Civil, Batalhão Rodoviário do estado, Corpo de Bombeiros, polícia técnica científica e Instituto Médico Legal. O contrato foi firmado em 2010 e vence no fim deste ano.

No Distrito Federal, a Delta obtém 77% do serviço de coleta de lixo, varrição e limpeza, no valor de R$ 100 milhões por ano, pagos pelo governo do estado desde maio de 2007.

A Delta informou que todos os contratos foram por concorrência pública ou pregão eletrônico. Disse que os repasses aumentaram em 2010 porque, em 2009, a empresa venceu licitação e passou a alugar veículos para três secretarias do governo de Goiás.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 08h50
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Lauro de Freitas

Professores entram em greve de fome

Mariana Mendes / A Tarde

Acampados na Câmara dos Vereadores do município baiano de Lauro de Freitas, desde a última terça, professores e trabalhadores da educação deram início a uma greve de fome na manhã desta quinta-feira (5), a fim de pressionar a prefeitura do município a dar uma solução às reivindicações da categoria, em greve desde o dia 26 de março

Os professores pedem o pagamento do Piso Salarial Nacional, conforme orientação do Ministério da Educação (MEC), respeitando o mesmo percentual para os interníveis. Além disso, segundo o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas (Astrolf), Valdir Silva, a categoria não aceita a perda do adicional de 54% aos salários, após estatuto reformulado e sancionado em 2010, referente à regência de classe (25%), atividades extraclasse (25%) e compensação aos professores graduados de ensino fundamental por trabalharam 20 horas (4%).

Um plano de saúde de abrangência nacional financiado pela prefeitura, com cobertura de atendimento das doenças ocupacionais, também está entre as exigências dos professores. "Chegamos ao extremo. O governo não quer negociar e já enviou um Projeto de Lei à Câmara dos Vereadores, que pode ser votado a qualquer momento. Se for votado, perderemos cerca de 25% dos direitos que conquistamos. Eles só querem negociar fazendo com que a gente perca salário. Isso é um desrespeito com os professores", disse o coordenador do Astrolf.

A prefeita Moema Gramacho declarou que apresentou uma nova proposta, mas afirmou que a categoria não facilita as negociações e mantém as reivindicações iniciais. "Já fizemos diversas propostas, mas eles não querem ceder em nada e nunca fizeram uma contra-proposta", disse a gestora, garantindo que em nenhum momento encerrou as negociações com os professores.

Os professores, no entanto, alegam que a prefeita não fala mais com eles e que a contra-proposta da categoria seria a não votação do Projeto de Lei que reajusta o piso salarial. "Pedimos a ela que o projeto fosse retirado da votação, que se mantivesse o salário atual com a gratificação dos 54%, e que, depois, ela entrasse com pedido de complementação da União, para a equiparação do piso, já que ela diz que a prefeitura não tem condições de pagar o reajuste", explicou Silva. Continue lendo.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 08h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Bom dia

Manchetes de sexta-feira

 

Bancos privados aceitam negociar redução de juros

Caixa reduz juros e quer refinanciar 'dívida cara'

Dilma cede e negocia dívida de Estados em troca de apoio

Aumenta pressão para bancos baixarem juro

Leilão de médicos

Inflação perde força

Menor inflação em 12 anos reflete ritmo lento 

Empresários ignoram lei do estacionamento fracionado

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 08h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Fresta da Varanda: Chico Bruno

Não seria missa encomendada?

A edição semanal da revista ÉPOCA, cuja circulação foi antecipada para hoje (5) por conta do feriado de Semana Santa, traz reportagem assinada pelo repórter Marcelo Rocha sob o título "O governador de 35 contas bancárias".

Uma leitura da matéria demonstra que o instrumento do segredo de Justiça (na reprodução ao lado está explícito), usado com frequência, em processos que envolvem agentes públicos, é violado por vazamentos na imprensa que já se tornaram corriqueiros e em certos casos servem para colocar todo mundo no mesmo cesto de roupa suja.

No caso da referida reportagem de ÉPOCA, cujo link está abaixo, deixo as conclusões para os leitores.  

Vale a pena ler, ainda, o texto em que o blogueiro do Amapá, Heverson Castro, revela que a matéria de ÉPOCA começou a ser construída em notas públicadas nos jornais A Gazeta e Jornal do Dia, ambos de Macapá, no domingo 1º de abril Os links do texto do Heverson e da nota oficial do governador estão abaixo.

Leiam e tirem suas conclusões.

Link de ÉPOCA:

http://revistaepoca.globo.com/tempo/noticia/2012/04/o-governador-de-35-contas-bancarias.html

Link do Blog do Heverson:  

http://heverson-castro.blogspot.com.br/2012/04/moises-souza-emplaca-materia-mentirosa.html

Link da Nota do Governador:

http://www.agenciaamapa.com.br/exibe_notas.asp?id_nota=1296

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 19h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Fresta da Varanda: Chico Bruno

Sobrou para a cerveja

Dizem por aí, que a presidenta Dilma Rousseff está insatisfeita com o pacotinho do ministro Guido Mantega (Fazenda), decidido sem o aval do secretário-executivo da pasta Nelson Barbosa.

Pelo visto, a presidenta faz coro com economistas e industriais que se dizem decepcionados com as medidas tomadas pelo ministro italiano naturalizado brasileiro.

Quem também está fulo da vida com Mantega é o segmento de bebidas frias (cerveja, refrigerante, água, sucos, chás e isotônicos).

Afinal, o ministro foi buscar o equilíbrio da arrecadação de impostos na referida indústria, depois de ofertar algumas bondades duvidosas a alguns segmentos industriais do país.

O tiro de Mantega pode sair pela culatra, haja vista, que os investimentos de R$ 7,9 bilhões, que o setor de bebidas frias havia prometido a Dilma, foram suspensos devido ao arrocho tributário imposto por Mantega para compensar as medidas contidas no pacotinho.

Neste particular, o resultado do pacotinho é desastroso.

Além da suspensão dos investimentos, o setor prevê que milhares de funcionários sazonais que as indústrias contratam devido à alta da demanda no verão, não serão efetivados.

Eles só se materializam quando há ampliação da capacidade.

A situação de Mantega, que há muito tempo vem se deteriorando por causa do desalinhamento entre ele e o secretário-executivo Nelson Barbosa, é ruim.

Os fabricantes de bebidas frias foram surpreendidos com o anúncio de Mantega, que transformou o setor no bode expiatório da vez.

A reação do setor deixou Dilma sem ação, haja vista, que é uma resposta a uma ação desastrosa do governo que ela preside.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 10h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Copa de 2014

Manifestantes invadem Itaquerão para protestar contra a Copa-2014

 

Folha de S.Paulo


Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) invadiram o canteiro de obras do Itaquerão, estádio escolhido para receber a abertura da Copa-2014, e paralisaram os trabalhos dos operários por aproximadamente uma hora e meia.

Segundo informações da Odebrecht, empreiteira responsável pela construção da arena, os manifestantes chegaram na obra às 11h, entraram no terreno sem permissão e deixaram o local às 12h30, sem causar tumulto.

A medida adotada pela construtora foi antecipar o horário de almoço dos funcionários para às 11h -normalmente, a refeição acontece às 11h30. Assim, todos os funcionários pararam de trabalhar durante o tempo em que o MTST esteve no local.

Não houve prejuízos ao cronograma de obras, de acordo com a Odebrecht, que estima que cerca de 200 manifestantes entraram no canteiro de obras.

A manifestação faz parte de ação do MTST "contra os crimes da Copa".

No protesto, manifestantes se diziam contrários às remoções de pessoas que vivem em regiões afetadas pelas obras do Mundial, ao uso de dinheiro público no evento e à interferência da Fifa na alteração da legislação brasileira.

A ação se estendeu a outras sedes da Copa-2014.

Protestos estavam programados para Rio, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Manaus, Cuiabá, além de São Luiz e Belém, que não são cidades-sedes.

No Rio, houve manifestação em frente ao Maracanã, assim como em Brasília e Fortaleza. Nessas cidades, porém, não aconteceram invasões no canteiro de obras.

As outras sedes negam ter havido protesto em frente a seus estádios do Mundial.

A reportagem não encontrou os líderes do movimento para comentar o caso.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 08h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Novo rolo

Pesca deu R$ 770 mil para ONG do DF criar peixes; projeto nunca vingou

 

Alana Rizzo / O Estado de S. Paulo

Durante a gestão da ministra Ideli Salvatti, o Ministério da Pesca liberou de uma só vez R$ 769,9 mil - de um contrato de R$ 869,9 mil - para a organização não governamental (ONG) de um funcionário comissionado do governo de Agnelo Queiroz (PT-DF) implantar, no entorno de Brasília, um projeto de criação de peixes que não saiu do papel.

Trata-se do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Integral da Natureza - Pró-Natureza, do diretor da Codeplan Salviano Antônio Guimarães Borges. Segundo a justificativa do projeto enviada ao ministério, o Distrito Federal, mesmo sem haver estatísticas oficiais sobre o tema, tem grande consumo e produção de peixes. Só que, 11 meses depois, nenhum viveiro foi instalado. Oficialmente, o projeto da ONG terminou nesta quarta-feira, 4.

No Núcleo Rural Rajadinha, em Planaltina (DF), a 40 quilômetros da sede do ministério, mandiocas crescem no lugar dos tanques de tilápias.

"O pessoal veio aqui uma vez no ano passado e ofereceu o projeto. Nós aceitamos e eles não apareceram mais. Achei que tinham desistido, mas tem 15 dias que voltaram e falaram que os tanques vão ficar prontos em julho. Parece que só agora o projeto foi aprovado e eles vão receber o dinheiro", relata o agricultor Joami de Souza Ramos.

O agricultor diz que nunca criou peixes, tampouco participou de cursos ou qualquer atividade do projeto. Na chácara ao lado, incluída no rol de beneficiários do ministério, também não há sinal de tanques.

Outros moradores do núcleo confirmam que nunca participaram de capacitações. O único viveiro no local é o de um sítio que está à venda e foi construído pelo próprio morador, que ainda aguarda os peixes do projeto para começar a criação.

Documentos apresentados pela ONG ao ministério e obtidos pelo Estado mostram que, antes mesmo de receber qualquer recurso, a entidade pagou R$ 75,9 mil para a Rover Consultoria Empresarial Ltda. elaborar um diagnóstico sobre a pesca no entorno. A nota fiscal foi emitida em nome de Gabriel Miranda Pontes Rogério, um chef de cozinha.

Sem nenhum tanque pronto ou cursos ofertados, a Pró-Natureza solicitou em 28 de outubro do ano passado, ao ministro Luiz Sérgio (PT-RJ), um aditivo de 16 meses e mais R$ 224,7 mil.

Segundo o ofício, os extras seriam para aprovação de novo cronograma. Pela proposta, entre dezembro e fevereiro de 2012 seriam oferecidos os cursos de capacitação e a obtenção das licença e outorgas para a construção dos viveiros; abril a julho, período de construção e lançamento de edital para aquisição de material; agosto e setembro, primeiro ciclo de criação de peixes; e janeiro e fevereiro de 2013, término do primeiro ciclo dos peixes.

Em 22 de março deste ano, a ONG encaminhou novo ofício cobrando o aditivo financeiro,agora do ministro Marcelo Crivella (PRB-RJ). No mesmo dia, o superintendente da Pesca no DF, o militante petista Divino Lúcio da Silva, pediu atenção especial ao projeto. O ministério chegou a alterar o nome do fiscal do contrato, obrigatório nos convênios, para que o controle ficasse sob a responsabilidade de Divino.

Segundo a ONG, o projeto teria sido elaborado por Divino, indicado ao cargo pelo PT-DF, e por outros representantes do Colegiado Territorial das Águas Emendadas (Cotae). O grupo teria procurado a Fetraf, que levou o projeto à entidade. Esta, por fim, o apresentou ao ministério.

Em nota, o Ministério da Pesca informou que foram concluídas a realização do diagnóstico, a seleção das famílias, a obtenção das outorgas de água e o curso de tecnologia, além de parte do licenciamento ambiental e a impressão do material didático. Afirma que nada impede que o superintendente seja o fiscal do projeto. "Trata-se de um projeto com alcance social para o público de assentamento e agricultores familiares do Território da Cidadania das Águas Emendadas, composta por 11 municípios dos Estados de MG, GO e DF", alega o ministério.

Justificativa. Por meio de sua assessoria, Ideli afirmou que o convênio com a ONG não foi firmado durante sua gestão. A execução e a liberação dos recursos foram feitas pela ministra em cumprimento ao cargo que ocupava. "Uma vez que não havia qualquer suspeição, a ministra não poderia se negar a pagar o convênio, correndo o risco de responder por não cumprir os compromissos firmados na gestão anterior", diz sua assessoria.

A reportagem tentou falar com Salviano, porém ele não respondeu. Um e-mail também foi encaminhado à ONG, com perguntas sobre o convênio. Também não houve resposta.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 08h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Medir forças com líder

Planalto vê armadilha na formação do bloco PR-PTB

 

O Globo

O Planalto já identificou que a formação do bloco PR-PTB no Senado, em vez de uma boa notícia para o governo, é uma armadilha, pois o objetivo não é exatamente ampliar o time governista na Casa, mas medir força com o novo líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), e a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

Enquanto os aliados rebelados pensam em estratégias para reagir à decisão da presidente Dilma Rousseff de acabar com o toma lá dá cá, os números da pesquisa CNI/Ibope mostrando uma aprovação popular histórica de seu governo reforçam a avaliação do Planalto de que a presidente está no caminho certo.

O núcleo político do Planalto também não gostou de saber que, por trás da formação do bloco PTB-PR, estavam o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), e os petebistas Gim Argello (DF) e Fernando Collor (AL), isolando o líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), que vinha negociando a volta do PR, mas foi atropelado pelo trio que articulou o bloco à sua revelia.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 06h42
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Operação Monte Carlo

Ligações com Cachoeira provocam demissões no governo de Goiás

 

Chico de Gois / O Globo

A chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), pediu demissão na noite de anteontem, depois de ter sido procurada pela imprensa para dar explicações sobre conversas telefônicas dela com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Na carta em que anunciou sua saída do governo de Perillo, Eliane Gonçalves Pinheiro alega ser vítima de um equívoco e se diz injustiçada pela imprensa. Segundo ela, a Eliane que troca torpedos pelo celular com Cachoeira e que conversa como velhos conhecidos com o bicheiro seria outra pessoa, mas a Polícia Federal a identifica pelo número do CPF e também pelos celulares e pelo rádio Nextel utilizados nas conversas, como revelou ontem O GLOBO.

Também ontem, o presidente do Detran, Edvaldo Cardoso, pediu demissão. No domingo, O GLOBO informou que ele fora indicado para o cargo pelo grupo do senador Demóstenes Torres (sem partido). Cardoso é genro do ex-prefeito da Cidade de Goiás Boadyr Veloso, ex-sócio de Cachoeira, assassinado em 2008 quando deixava uma casa de jogos irregular.

Nas interceptações telefônicas feitas com autorização judicial, Eliane Gonçalves Pinheiro é avisada pelo bicheiro sobre uma ação da Polícia Federal que seria desencadeada em 13 de maio do ano passado e que tinha como objetivo combater um esquema de fraudes contra a Receita Federal em diversos estados, incluindo Goiás. Cachoeira informa Eliane sobre prefeituras que estariam na lista da PF. Em determinado momento, Cachoeira pergunta se ela falou para o "maior". Não fica claro quem é o "maior". Mas Eliane confirma que avisou a pessoa citada, e informa, inclusive, que estava ao lado dela.

Na nota divulgada sobre sua demissão, Eliane confirma que conhece o bicheiro, mas diz que se trata de "vínculos de amizade que considero exclusivamente pessoais". Ela trabalhava com Perillo desde 2003.

O governador de Goiás também divulgou uma nota na qual nega qualquer envolvimento com o esquema de Carlinhos Cachoeira. "Em resposta à reportagem publicada na última quarta-feira, 4, o governo de Goiás esclarece que não existe em absoluto, qualquer conexão entre o governador Marconi Perillo (PSDB) e o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso por exploração de jogos ilegais durante a Operação Monte Carlo. É injusta e dissociada da verdade a tentativa de relacionar o governador às investigações policiais, uma vez que não há fatos ou quaisquer indícios que o associem à contravenção", diz um trecho da nota.

A nota afirma, ainda, que o governador atua contra a ilegalidade em seu estado. "A respeito deste assunto, Marconi reafirma que condena veementemente e repudia qualquer sugestão de envolvimento entre a administração estadual e o crime."

Em Brasília, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) decidiu afastar dois servidores que teriam participado do processo de reconhecimento da demarcação da fazenda Gama, localizada ao lado do aeroporto da cidade, em abril do ano passado. Gravações da Polícia Federal durante investigação sobre Carlinhos Cachoeira apontam que ele teria pagado propina a servidores do Incra para conseguir a liberação das terras, segundo noticiou o jornal "Folha de S.Paulo".

O Diário Oficial de ontem publicou a exoneração do chefe de divisão Auro de Souza Arrais. Outro servidor também foi exonerado, mas o nome dele foi incluído equivocadamente no DO. A correção será publicada na edição de hoje com o nome do segundo funcionário exonerado. Os dois faziam parte do quadro de pessoal da Superintendência do Distrito Federal e Entorno, e estão envolvidos no processo de demarcação da área em que a fazenda está situada.

O Incra afirma que o afastamento de servidores de seu quadro foi feito para permitir que "as investigações transcorram de maneira isenta". Além disso, o órgão informou que abrirá na segunda-feira processo de sindicância investigativa, e já pediu à Polícia Federal cópia integral do inquérito.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 06h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

 

BB e Caixa derrubam juros para estimular a economia

Sob pressão de Dilma, BB reduz juro e ações caem

Dilma defende usinas e critica 'fantasia' de ambientalistas

Governo declara guerra aos juros

Empresas do Brasil lideram projeto de US$ 16 bi no Peru

BB faz corte histórico de juros e obriga concorrência a se mexer

Um metrô de problemas

CTTU tenta agilizar saída para o Agreste

Revisão de benefícios envolve 40 mil gaúchos

Falta de controle na Assembleia facilita golpe com fantasmas

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 05h57
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Direto da Varanda: Chico Bruno

O alvo de Cachoeira era Dilma

Uma onda de vazamentos de inquéritos da Polícia Federal tomou conta das redações dos veículos de comunicação do Distrito Federal, assim como da Internet.

São inquéritos vazados com folhas salteadas, as vezes sem numeração e de aspecto pouco confiável.

Jornalistas disparam e-mails e telefonemas para autoridades supostamente citadas em tais inquéritos vazados. A maioria dos procurados reage co estupefação, haja vista que não tinham a menor ideia que estavam sendo investigados em operações da Polícia Federal.

Este sítio recebeu cópias de inquéritos da Operação Monte Carlo.

NOVA COLETANEA - Operação Monte Carlo Integra do Processo 12023-03.2011.4.01.3500 http://pt.scribd.com/collections/3561262/Processo-12023-03-2011-4-01-3500-Operacao-Monte-Carlo

INQ. OP. MONTE CARLO NA INTEGRA VOL 1 http://pt.scribd.com/doc/87130651/OPERACAO-MONTE-CARLO-VOLUME-001-002-400 VOL 2 http://pt.scribd.com/doc/87130610/OPERACAO-MONTE-CARLO-VOLUME-002-401-600 VOL 3 http://pt.scribd.com/doc/87129827/OPERACAO-MONTE-CARLO-VOLUME-003-601-859

Quem quiser se divertir é só acessar.

Vale adiantar.

A leitura do material acima indica que o senador Demóstenes Torres (sem partido) só deve ser acusado por suposto tráfego de influência.

Não fosse a condição de contraventor do interlocutor, talvez não colasse no senador nenhum crime, pois estaria fazendo o que a maioria dos parlamentares faz em defesa dos interesses de seus financiadores de campanha.

Resumo da ópera.

Em função do feriadão, as revistas semanais anteciparam a circulação de suas edições que vêm recheadas de vazamentos de diversas operações da Polícia Federal.

A ÉPOCA, por exemplo, em reportagem assinada por Andrei Meireles e Murilo Ramos, sob o título “O alvo deles era Dilma”, confirma que Carlos Cachoeira tentava usar o mandato do senador Demóstenes Torres para tornar realidade seus planos mirabolantes de se aproximar do Poder Central da República. Puro tráfego de influência.

“Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins, onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais. Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem), mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga: “Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.

Quando esse diálogo ocorreu, no final de abril de 2011, Demóstenes estava em plena negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros e José Sarney, para mudar de legenda. Um dos maiores opositores do governo – e carrasco de petistas acusados de corrupção – tencionava aderir ao governo do PT. Segundo dirigentes do PMDB, àquela altura a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto. Tudo nos bastidores, porque em público Demóstenes continuava oposicionista. As gravações mostram agora que um dos objetivos da radical troca de lado era estar mais bem situado para ajudar o esquema de Cachoeira.”

Continue lendo o teor da reportagem.

Ela demonstra os planos ambiciosos de Cachoeira para se tornar “O Poderoso Chefão do Centro-Oeste”. 

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 05h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 16h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Pré-candidata

'Mito Lula não funciona' em São Paulo, afirma Soninha

Flávia D’Angelo / estadão online

A pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, afirmou ontem que "o mito Lula não funciona" na capital paulista e por isso não acredita que a eleição ficará polarizada entre os candidatos do PSDB e do PT. A avaliação de que a eleição em São Paulo terá apenas dois lados, um ligado ao PT e outro ao PSDB foi feita pelo ex-governador José Serra (PSDB).

"Nas últimas quatro eleições para o Executivo o PT foi derrotado, apesar de toda a influência do Lula", disse, em entrevista à TV Estadão. "Na minha interpretação ele (Lula) projetou para o Brasil, até no cenário internacional, uma imagem de sucesso, de pujança, de avanço que não é real. Mas ele é convincente."

O último levantamento do Datafolha, no entanto, mostrou que o ex-presidente ampliou sua força em SP e se a eleição fosse hoje, 48% dos eleitores dizem que poderiam escolher o indicado por ele.

Soninha corrobora o argumento de Lula ao indicar o ministro da Educação, Fernando Haddad, como candidato petista em São Paulo - de que a eleição na capital será marcada por novos nomes da política.

"A escolha dele se baseia também na ausência de rejeição. Por ser desconhecido, ele (Haddad) é menos rejeitado."

Superintendente do Trabalho Artesanal (Sutaco) do Estado, Soninha diz que sua máxima ambição é chefiar o Executivo municipal e rechaça que pretenda abrir mão de sua candidatura em prol de apoio ao PSDB.

"Se o PSDB quiser indicar um vice para a nossa chapa, a gente topa conversar", ironizou.

Soninha destacou que, além de São Paulo, o lançamento de candidaturas majoritárias nas principais capitais do País é "muito importante" para o projeto nacional do PPS.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 13h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

'Mito Lula não funciona' em São Paulo, afirma Soninha

Flávia D’Anego / estadão online

A pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, afirmou ontem que "o mito Lula não funciona" na capital paulista e por isso não acredita que a eleição ficará polarizada entre os candidatos do PSDB e do PT. A avaliação de que a eleição em São Paulo terá apenas dois lados, um ligado ao PT e outro ao PSDB foi feita pelo ex-governador José Serra (PSDB).

"Nas últimas quatro eleições para o Executivo o PT foi derrotado, apesar de toda a influência do Lula", disse, em entrevista à TV Estadão. "Na minha interpretação ele (Lula) projetou para o Brasil, até no cenário internacional, uma imagem de sucesso, de pujança, de avanço que não é real. Mas ele é convincente."

O último levantamento do Datafolha, no entanto, mostrou que o ex-presidente ampliou sua força em SP e se a eleição fosse hoje, 48% dos eleitores dizem que poderiam escolher o indicado por ele.

Soninha corrobora o argumento de Lula ao indicar o ministro da Educação, Fernando Haddad, como candidato petista em São Paulo - de que a eleição na capital será marcada por novos nomes da política.

"A escolha dele se baseia também na ausência de rejeição. Por ser desconhecido, ele (Haddad) é menos rejeitado."

Superintendente do Trabalho Artesanal (Sutaco) do Estado, Soninha diz que sua máxima ambição é chefiar o Executivo municipal e rechaça que pretenda abrir mão de sua candidatura em prol de apoio ao PSDB.

"Se o PSDB quiser indicar um vice para a nossa chapa, a gente topa conversar", ironizou.

Soninha destacou que, além de São Paulo, o lançamento de candidaturas majoritárias nas principais capitais do País é "muito importante" para o projeto nacional do PPS.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 13h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Sucessão em Salvador

DEM e PSDB cogitam união com o PCdoB

Lílian Machado / Tribuna da Bahia

A possibilidade de aliança entre peemedebistas e comunistas para as eleições municipais de Salvador não deve ser uma ameaça ao projeto de unidade das oposições para a disputa de 2012, e ainda pode representar uma chance de costura dentro do grupo, adversário ao prefeito João Henrique (PP) e ao governador Jaques Wagner (PT), conforme lideranças do Democratas e do PSDB baiano. Os partidos têm conversado com o PMDB na tentativa de lançarem uma candidatura única e consideram ser natural a busca do aliado por mais apoios.

O presidente estadual do DEM, José Carlos Aleluia e o deputado federal e principal articulador do PSDB baiano, Antonio Imbassahy, dizem confiar no processo de construção com o PMDB, mas também não descartam uma conjuntura com o PCdoB, caso haja espaços para uma pretensa composição.

 Na ala governista, o PT, que tem parceria histórica com o PCdoB, minimiza. O presidente Jonas Paulo diz não acreditar que o aliado siga na posição contrária ao governador. A menos de um ano das eleições as articulações partidárias podem embolar o cenário pré-eleitoral na capital.

“Acho que nenhum partido pode se isolar e evidente que não há barreiras”. Segundo ele, o importante é haver um projeto alternativo ao do governo municipal e estadual. “Temos a intenção de sairmos juntos com o PMDB, mas se o PCdoB também entrar, ótimo. Não tem problema algum. Além do mais, não se faz política com preconceito. A cidade precisa de um projeto eficiente, que funcione”. Continue lendo na Tribuna da Bahia.                                                         

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 12h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Coincidência

É esperar pra ver

Ana Lúcia Andrade / Pinga Fogo / Jornal do Commercio  

Às vésperas do início de um ano que fará o Brasil recordar dos 20 anos do impeachment de um presidente da República, episódio único que marcou a história política e serviu para o povo testar o funcionamento das instituições da jovem democracia brasileira, o senador Fernando Collor (PTB/AL) realiza uma série de articulações que poderá levá-lo à presidência do Senado.

Foi esse mesmo Poder que, ironicamente, em 1992, julgou e impediu Collor de disputar um cargo eletivo por oito anos, apesar de ele ter renunciado à Presidência da República na tentativa de impedir a realização da sessão de cassação no Senado. Collor conseguiu, pelo voto, voltar à vida pública em 2006.

A possibilidade dele chegar ao comando do Senado só poderá se concretizar no início de 2013 quando o atual presidente, José Sarney, finaliza o mandato. Você pode estar se perguntando o motivo da antecipação de tal costura. É simples. Na política, assim que uma eleição termina - seja para um cargo na mesa diretora do Senado ou para um mandato eletivo - logo começa outra.

A sucessão de Sarney já domina as conversas de bastidor nessa fase pré-recesso. O PMDB, por ser o partido de maior bancada, tem, em tese, a prerrogativa de indicar o presidente. A legenda, contudo, não tem um nome de consenso. Por incrível que possa parecer, Collor está se movimentando para ocupar esse espaço. Ter o respaldo não só do PMDB , mas da bancada governista.

Será que vamos lembrar dos 20 anos do impeachment com Collor chegando à presidência do Senado? É esperar para ver. 

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 12h21
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Lauro de Freitas

Retorno da Luiz Tarquínio a mão dupla adiado para dia 28

A mudança na Avenida Luiz Tarquínio, que voltará a ter mão dupla, foi adiada para o dia 28. O acerto inicial era começar a alteração na sexta-feira, 16, mas a Coelba só deverá concluir a realocação de três postes, que inviabilizam a intervenção, no domingo (18). O retorno a mão dupla foi decidido após cinco audiências públicas com a prefeitura, motivadas pelos comerciantes locais. A avenida é uma das mais importantes vias de Lauro de Freitas e passou a ter mão única em dezembro do ano passado, também após série de audiências com moradores e comerciantes do centro da cidade e Vilas do Atlântico, população mais afetada.

A mudança foi precedida pela assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) pelos comerciantes. Agora, carga e descarga só poderão ser realizadas das 22h às 6h e fica proibido estacionar ao longo do meio fio.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 11h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Direto da Varanda: Chico Bruno

O direito do autor do livro "Privataria Tucana"

A Geração Editorial, do jornalista Luiz Fernando Emediato, é uma editora que aposta em livros polêmicos, que por isso estão fadados ao sucesso.

Vale lembrar alguns títulos polêmicos lançados pela editora.

Memórias das Trevas, de João Carlos Teixeira Gomes, faz uma devassa na vida de Antônio Carlos Magalhães.

No prefácio, Gilberto Felisberto Vasconcellos define o livro como “estupendo”.

- O leitor... tomará consciência do que há de épico e verdadeiramente heróico na luta de um jornalista e intelectual contra a tirania do governador Antonio Carlos Magalhães..., escreve no prefácio.

O livro de Joca, como é conhecido na Bahia o jornalista João Carlos Teixeira Gomes, vendeu horrores. Durante muito tempo liderou a lista dos mais vendidos do país.    

É da Geração Editorial outro sucesso de vendas da literatura nacional, “Honoráveis Bandidos”, um retrato do Brasil na era Sarney, escrito pelos jornalistas Palmério Dória e Mylton Severiano.

O livro revela as peripécias do clã Sarney comandado pelo senador José Sarney. Palmério e Mylton contam com humor o amor de Sarney por “urnas viciadas”, entre outros casos, como o do “loteamento do setor elétrico nacional”.   

Tudo feito para encher as burras da “famiglia” no melhor estilo mafioso.

Agora, a Geração Editorial lança outro livro polêmico: “Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.

No livro, que chegou às livrarias no fim de semana e já esgotou a primeira tiragem de 15.000 exemplares, Amaury acusa familiares do ex-governador José Serra, que contando com a ajuda do tucano Ricardo Sérgio de Oliveira, teriam recebido propinas de empresários, entre os quais Carlos Jereissati, Benjamin Steinbruch e Daniel Dantas, que participaram das privatizações da era Fernando Henrique Cardoso.

Vale lembrar, que Amaury em 2012 esteve envolvido com a suposta montagem de uma central de espionagem e produção de dossiês no comitê da campanha da presidente Dilma Rousseff, o que lhe valeu o indiciamento em processo criminal.

Neste particular, no livro Amaury acusa Rui Falcão, presidente nacional do PT de vazar informações contra a campanha de Dilma Rousseff em 2010 para a revista "Veja" com o objetivo de atingir o núcleo mineiro da campanha, comandado por Fernando Pimentel, o que acarretou o indiciamento de Maury pela Polícia Federal, que investigou o imbróglio petista.

Rui Falcão nega com veemência o vazamento e processa Amaury Ribeiro Jr.

A polêmica sobre o livro é grande e envolve o senador Aécio Neves, que seria quem teria encomendado a Amaury uma série de reportagens, publicadas no jornal “Estado de Minas”, que resultaram no livro com acusações a José Serra.

Amaury afirma que foi pautado pelo jornal para descobrir se Serra espionava Aécio.

Resumo da ópera.

O lançamento do livro “Privataria Tucana” satisfaz a petezada, tanto que o deputado comunista Protógenes Queiróz, um aliado do PT, quer criar uma CPI para investigar as privatizações da era FHC.

Até Emediato, dono da Geração Editorial, acabou atingido por estilhaços nesta semana de lançamento do livro na Internet com supostas acusações de desvio de recursos do FAT, à época em que era presidente do Conselho Deliberativo do FAT - Condefat.

José Serra o alvo do livro o classifica como “lixo”, "coleção de calúnias" e "crime organizado fingindo ser jornalismo".

Em nota o ex-presidente Fernando Henrique afirma que o livro não passa de uma coletânea de infâmias.

“Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora “acusações”, especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar “documentos” não se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional”.

Polêmica a parte, o autor do livro, Amaury Ribeiro Junior, exerce um direito expresso na Constituição Brasileira, o da liberdade de expressão, goste-se dele ou não.

Aliás, a Justiça está aí para reparar os possíveis exageros comedidos pelo jornalista.

O petista Rui Falcão, por exemplo, já recorreu a ela para reparar as acusações de Amaury. Que os demais sigam o mesmo caminho.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 10h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Escândalo

Assembleia de Alagoas paga gratificação 'secreta' a servidores

Sílvia Freire / Folha de S.Paulo

A Assembleia Legislativa de Alagoas paga uma gratificação "excepcional" a assessores de gabinetes que extrapolem a jornada de trabalho ou que sejam submetidos a "exigências excepcionais".

A Mesa Diretora, que define caso a caso se os pagamentos serão feitos, não dá publicidade ao nome dos beneficiados nem aos valores.

A lei que instituiu o benefício, de 2008, não define importância nem percentual a ser pago como gratificação.

O deputado João Henrique Caldas (PTN), que é contra o benefício, disse que seus assessores receberam de fevereiro a novembro R$ 650 mil.

Segundo Caldas, o dinheiro é depositado na conta corrente do assessor, separadamente do salário, e não aparece no contracheque. O deputado disse que devolveu ao Tesouro do Estado o total recebido pelos assessores.

Caldas pediu informações sobre a gratificação. O presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Toledo (PSDB), disse que todos os questionamentos serão respondidos e que o pagamento é realizado de forma legal.  

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 09h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Sem transparência

Cabral ignora metade dos pedidos de informação

Ítalo Nogueira / Folha de S.Paulo

O governo do Rio ignorou mais da metade dos requerimentos de informação feitos neste ano por deputados, contrariando a Constituição estadual. E, quando enviou as respostas, a administração não respeitou o prazo de um mês na maior parte das vezes.

O excesso de pedidos foi um dos motivos que, segundo o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), o levaram ao STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar restringir a formulação de pedidos de dados às comissões da Assembleia Legislativa do Rio, controladas por sua base aliada.

Levantamento feito pela Folha na Assembleia mostra que, no ano passado, a média de pedidos foi de um por deputado. Se a Casa usasse o limite autorizado pela Constituição -12 por integrante-, seriam 840 requerimentos anuais. Em 2011, foram 71. Assinante da Folha ou do UOL continue lendo.

Escrito por ou publicado por Chico Bruno às 08h46
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Meu perfil

BRASIL, Nordeste, LAURO DE FREITAS, Vilas do Atântico, Homem, de 56 a 65 anos, Portuguese, English, Política, Política
MSN -

Visitante número: